21 de fev. de 2013

Como anda o mercado de PCs no Brasil?

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Há exatamente um ano – em fevereiro de 2012 – com um volume de vendas de quase 16 milhões de unidades, o Brasil se consolidou como terceiro maior mercado mundial de computadores; ficando atrás apenas de China e Estados Unidos. A constatação da consultoria IDC levou uma série de fabricantes internacionais a instalarem fábricas e distribuidores no país; afinal, a expectativa para o setor era pra lá de otimista, com um crescimento esperado de até 13%.

"Já chegamos ao final do ano de 2012 e realmente o resultado foi muito aquém da expectativa dos fabricantes", diz Camila Santos, analista sênior da consultoria IDC.

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25 de jan. de 2013

As redes sociais em seu pequeno empreendimento

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Num passado não muito distante, criar um site e coloca-lo no topo da lista dos motores de busca da internet era a prioridade de uma empresa.
Se um cliente teve uma boa experiência com uma empresa isso gera dividendos. Estudos e pesquisas demonstram que esse cliente pode trazer até três clientes para a empresa. Mas se a experiência que ele teve com a empresa foi ruim e ele resolve usar a internet para reclamar dos maus serviços desta referida empresa, ela pode deixar de ganhar até dez outros clientes e seu negócio se vai pelo ralo.
Fecebook, twitter e outros são ferramentas essenciais para quem pretende divulgar seu negócio, mas se as coisas não deram certo o perigo de descontrole é enorme.
Para quem está iniciando um negócio e quem já tem uma pequena empresa é importante atentar para alguns fatores quando o assunto é redes sociais.
Planejamento
Não seria mais produtivo e seguro no início de tudo criar apena sum único perfil na rede, ao invés de criar vários perfis em diversas redes sociais? Ou seja, apenas no facebook, por exemplo. A partir disto bastaria definir a regularidade com que o perfil seria atualizado, alimentado com dados e monitorado.
Qual o motivo?
Os objetivos em se ter uma rede social devem ser estabelecidos criteriosa e cautelosamente. Marcar presença nas redes sociais só porque os seus concorrentes estão lá não basta. É necessário que você saiba o porquê sua emprese quer e precisa estar lá, com opor exemplo, gerar tráfego para sua homepage, incrementar o cadastro de clientes, vender mais, etc.?
Quem vai administrar?
O contato entre um cliente e sua empresa no ambiente das redes sociais é bastante diferente daquele que ocorre na loja física. Neste, a negociação fica limitada entre as partes: cliente e vendedor ou gerente. Na internet, centenas de indivíduos podem estar ouvindo, vendo ou questionando, ou seja, interagindo ao mesmo tempo com tudo o que acontece.
É preferível que se estabeleça quem, um responsável para administrar e divulgar as ofertas, avisos, alertas e respostas aos comentários.
Este que vai ser o responsável por tudo isso, necessita possuir certas qualidades agregadas como saber escrever corretamente, um pouco de psicologia aplicada nas relações interpessoais, boa educação além de autoridade e autonomia par agir. Se a empresa é pequena essa pessoa termina por ser o próprio dono da empresa.
Reputação
Nas redes sociais a interação é o que mais prevalece entre os clientes e a empresa. É preciso que se esteja atento não apenas para os elogios, mas para as críticas também.
Os elogios serão direcionados para aquecer as vendas e as críticas serão utilizadas de maneira construtiva. Monitorar a reputação de seu pequeno negócio ou de sua empresa é algo que não se pode relevar. Cedo ou tarde alguém vai reclamar de seu produto ou serviço. O feedback deve ser imediato. A resposta deve ser eficaz e conquistar o cliente.
Produzir conteúdo
Além de gerar valor, manter todos os clientes e potenciais futuros clientes informados sobre novos produtos e serviços, dar um ar dinâmico ainda promove o estreitamento entre os clientes e sua empresa. Deixar este meio de interação sem acesso é o mesmo que não estar nele.
Divulgar a promover
É preciso ainda fazer com que os clientes saibam que sua empresa está presente nas redes sociais. O site da empresa é o meio mais eficaz de divulgação, que, por meio de e-mails informa-se a todos os clientes sobre as novidades, oportunidades de negócios, descontos e promoções.  Isso deve se tornar um hábito periódico, semanal, por exemplo. Isso criará um hábito no consumidor como se ele estivesse indo pessoalmente semanalmente à sua empresa.
Entretanto, se essas dicas simples forem postas em prática, de forma planejada, com certeza será notado uma melhora nos resultados e um sucesso será visto. Nunca é demais salientar que isto não é fácil apesar de simples. Afinal, o que as redes sociais mais almejam? Fidelização dos atuais e futuros clientes, automaticamente, vendendo uma marca de maneira sutil cujo investimento terá de ser relativamente baixo.
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Tendências tecnológicas para 2013

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O futuro é incerto tanto para a economia como para o setor tecnológico. No entanto, existem algumas tendências-chave que chamou nossa atenção no o setor tecnológico para empresas de todos os portes em 2013!

A primeira tendência que abordamos é a tecnologia do cartão SIM que revoluciona o uso de dispositivos com tecnologia (BYOD). As Universidades estão liderando o caminho para este tipo de tecnologia. Essas instituições são líderes em aplicar recursos em tecnologia, com o patrocínio tanto de investidores privados e como públicos. A resposta ao por que as universidades estão à frente do jogo do mundo corporativo em geral, pode-se sugerir que esta resposta pode ser facilmente categorizada em três áreas: usuários, orçamentos, e abordagem.

Usuários são direcionados como acadêmicos e estudantes que precisam ter acesso a dados de universidades e recursos on-line, seja a partir da sala de aula virtual em um campus, a biblioteca ou qualquer localização regional para não mencionar outro país. As exigências colocadas sobre uma rede universitária são, portanto, muito maior do que qualquer rede corporativa pelo fato deles terem de lidar com os pedidos, tais como acesso a recursos em dispositivos pessoais que no passado simplesmente não apareciam no mundo corporativo.

Pode-se olhar para universidades em pé de igualdade com os ISPs de grande escala, porque ambos têm um. Exigindo um conjunto de meios pagamentos para usuários que precisam de acesso a recursos intensivos, tais como jogos, streaming de vídeo e pesquisa.

Olhando para o orçamento, então por que são diferentes orçamentos para investimento tecnológico no mundo acadêmico em oposição ao mundo corporativo? Universidades como anteriormente foi discutido tem muitos patrocinadores ricos doando recursos para as suas pesquisas revolucionárias. Por isso os seus orçamentos são consideravelmente mais elevados do que no mundo corporativo. Um exemplo disso seria a Universidade de Exeter, que recentemente investiu £ 270.000.000 para atualizar seu antigo campus, e uma grande parte do orçamento foi gasto em rede e infraestrutura.

A abordagem que o mundo acadêmico tem em comparação com o mundo corporativo é um diferencial, como muitas universidades são menos focados em risco adverso do que outros setores comerciais. Universidades não têm acionistas e são independentemente financiadas, de modo que muitas vezes têm o luxo de testar a nova tecnologia com uma abordagem de tentativa e erro e uma conta bancária sem fundo para combinar perfeitamente com esta estratégia, um bilhete premiado preste a ganhar. As Universidades abriram o caminho para a tecnologia BYOD, e logo essa tecnologia vai se tornar padrão em muitas empresas.

Como um serviço potencial em qualquer lugar para 2013, "A Nuvem" também está liderando o caminho e em breve vai assumir a parcela de serviços utilizando ambientes  multi-ofertados de sua base. Universidades foram alguns dos primeiros que adaptaram esta tecnologia e abriram o caminho para o setor corporativo. Nós esperamos ver muito mais de 'Cloud', em 2013.

Em 2013 esperamos que a segurança de possa ser um assunto bastante debatido. Portanto, a segurança terá que ser do mais alto nível possível para o usuário final e ao usuário de negócios. Mais uma vez, as universidades abriram o caminho na forma como lidar com a segurança, sendo altamente familiarizado com BYOD e ter que proteger o interior e o exterior dos dados e sua abordagem tem tido a seguinte pauta:

Identificar e controlar aplicativos

Prevenir ameaças

Simplificar a infraestrutura de segurança

Acolher a produtividade e o acesso móvel

Monitorar e controlar tudo

Gerenciar endpoint e segurança móvel

A saturação do Wireless será um outro elemento que tende a crescer em 2013. As empresas têm três opções para wireless em 2013. O primeiro é que uma organização pode optar por não apoiar a mobilidade de forma alguma. Isso no momento em que seria praticamente impossível devido o quanto as soluções sem fio está dominando em todos os lugares e todas as empresas, de uma forma ou de outra. Uma segunda opção é apoiar a mobilidade restrita a este ponto só permitindo o acesso de usuários autorizados da rede. A terceira opção é para permitir que todos a partir de qualquer dispositivo com fio ou sem fio possa acessar uma rede.

Além disso, a mudança para o IPv6 será uma grande mudança como IPv4 e IPv5 ficaram desatualizados devido ao aumento em dispositivos móveis, porque IPV4 só vai se comunicar com dispositivos que têm endereços IPv4.

É melhor manter o olho aberto para estas tendências que surgem e que estará à frente do jogo em 2013 como um criador de tendências, não como um seguidor de tendência.

Fonte: Hardware.com

Nota:

ISP – Segundo o site do Windows.com um ISP é uma empresa que fornece acesso à Internet, em geral, mediante o pagamento de uma taxa. As maneiras mais comuns de conectar-se com um ISP são usando uma linha telefônica (dial-up) ou uma conexão de banda larga (cabo ou DSL). Muitos ISPs prestam serviços adicionais, por exemplo, contas de e-mail, navegadores da Web e espaço para criar um site.

BYOD (Bring your own device) - De acordo com a empresa GVP o uso de dispositivos particulares no mercado corporativo esta ganhando força por causa dos resultados surpreendentes que ele traz para a produtividade pessoal e desempenho dos negócios. Empresas de pequeno, médio e grande porte estão se beneficiando com a adoção BYOD, não importa a que vertical de negócios eles sejam ou a escala de dispositivos móveis a serem implantados. Liberdade de adotar dispositivos de sua escolha e acesso 24/7 de qualquer lugar permite que os usuários otimizem a produtividade do trabalho e impactando positivamente os resultados do negócio

Endpoint  - Um endpoint, ou em Português ponto de extremidade, é um sinal de terminação ou conclusão. Ver Wikipédia
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